As Revoluções Populares durante o Império.
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As Revoluções Populares durante o Império.
Espaço para vocês postarem o resultado de seus resumos.
Bom Trabalho!!!
Bom Trabalho!!!
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República Federativa dos Bachareis
Com a ascensão dos cívis ao poder, vários dos cargos administrativos passaram a ser ocupados por Bacharéis, ou seja, pessoas com formação em direito. Segundo o pesquisador Antônio Carlos Wolkmer, a ação dos Bacharéis nos primeiros anos da república não tinha maiores comprometimentos com a vida cotidiana e com a sociedade em constante transformação.
É fundamental destacar que, apésar de o voto ser universal, apenas 2,2% da população brasileira votavam durante a presidência de Prudente de Morais, eclodiu uma guerra cívil brutalmente reprimida pelas forças militares republicanas. O movimento social de caratér religioso era também conhecido como Guerra de Canudos. Um outro movimento que marcou o período foi a guerra do contestado, um conflito armado entre a população cabocla e os representantes do poder estadual federal brasileiro travado entre Outubro de 1912 á Agosto de 1916.
9° ano Rubem Alves
Alunos: Luana, Danielle, Ranna, Steffi, Wallason, Ana Paula.
É fundamental destacar que, apésar de o voto ser universal, apenas 2,2% da população brasileira votavam durante a presidência de Prudente de Morais, eclodiu uma guerra cívil brutalmente reprimida pelas forças militares republicanas. O movimento social de caratér religioso era também conhecido como Guerra de Canudos. Um outro movimento que marcou o período foi a guerra do contestado, um conflito armado entre a população cabocla e os representantes do poder estadual federal brasileiro travado entre Outubro de 1912 á Agosto de 1916.
9° ano Rubem Alves
Alunos: Luana, Danielle, Ranna, Steffi, Wallason, Ana Paula.
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Re: As Revoluções Populares durante o Império.
Isso ai meus queridos. Viram que não tem tanta dificuldade assim?...rs.
A revolta de Canudos foi uma revolta social que marcou profundamente as pessoas daquela época. De fato, Antônio Conselheiro conseguiu reunir um grande número de pessoas e construir uma comunidade que provocasse "medo" nos representantes "oligárquicos" da República. Poderiam ter aprofundado um pouquinho sobre isso...se tivessem pesquisado mais sobre o assunto.
Mas está ótimo...foi um primeiro passo.
Aguardo a postagens dos demais!
A revolta de Canudos foi uma revolta social que marcou profundamente as pessoas daquela época. De fato, Antônio Conselheiro conseguiu reunir um grande número de pessoas e construir uma comunidade que provocasse "medo" nos representantes "oligárquicos" da República. Poderiam ter aprofundado um pouquinho sobre isso...se tivessem pesquisado mais sobre o assunto.
Mas está ótimo...foi um primeiro passo.
Aguardo a postagens dos demais!
Última edição por Admin em Qui Fev 10, 2011 9:57 pm, editado 1 vez(es)
Admin- Admin
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Revolta sociais no Império
Cabanagem
No auge de sua revolta, os cabanos proclamaram a república, em agosto de 1835, e declararam o Pará separado do Imperio do Brasil.
Chamou-se cabanagem a rebelião que foi marcada por enorme violência, irrompeu na provincia do Grão Pará (Pará e Amazonas atuais) logo após a abdicação de D. Pedro I e mobilizou as camadas mais pobres da população contra o poder central e as elites, sobretudo os portugueses. O primeiro levante ocorreu em 2 de junho de 1831, liderado pelo cônego João Batista Gonçalves Campos.
Balaiada
Balaiada foi como ficou conhecida a rebelião popular que assolou as provincias do Maranhão, Ceará e Piauí de 1838 a 1841. A denominação provem da alcunha Balaio, dada a um de seus líderes, Manuel Franscisco dos Anjos Ferreira, fabricante de cestos. A revolta eclodiu em sucessivos e initerruptos montins iniciados com o levante ocorrido em Vila do Manga do Iguará, no Maranhão, em 13 de dezembro de 1838, quando o vaqueiro Raimundo Gomes Vieira Jutaí Cara Preta, libertou os presos da cadeia.
9° Cora Coralina
Alunos: Ester, Jaqueline, Lorena, Thaynara e Pedro H. Almeida
No auge de sua revolta, os cabanos proclamaram a república, em agosto de 1835, e declararam o Pará separado do Imperio do Brasil.
Chamou-se cabanagem a rebelião que foi marcada por enorme violência, irrompeu na provincia do Grão Pará (Pará e Amazonas atuais) logo após a abdicação de D. Pedro I e mobilizou as camadas mais pobres da população contra o poder central e as elites, sobretudo os portugueses. O primeiro levante ocorreu em 2 de junho de 1831, liderado pelo cônego João Batista Gonçalves Campos.
Balaiada
Balaiada foi como ficou conhecida a rebelião popular que assolou as provincias do Maranhão, Ceará e Piauí de 1838 a 1841. A denominação provem da alcunha Balaio, dada a um de seus líderes, Manuel Franscisco dos Anjos Ferreira, fabricante de cestos. A revolta eclodiu em sucessivos e initerruptos montins iniciados com o levante ocorrido em Vila do Manga do Iguará, no Maranhão, em 13 de dezembro de 1838, quando o vaqueiro Raimundo Gomes Vieira Jutaí Cara Preta, libertou os presos da cadeia.
9° Cora Coralina
Alunos: Ester, Jaqueline, Lorena, Thaynara e Pedro H. Almeida
Ester Alves Rodrigues- Mensagens: 1
Data de inscrição: 03/02/2011
REVOLTA SOCIAIS NO IMPÉRIO
Sabinada
A Bahia desde o período colonial, se destacou com palco de luta contra a operação política e o desmando governamental.
Liderados pelo médico Francisco Sabino Alvares da Rocha Vieira, os participantes da Sabinada receberam apoio dos militares da Fortaleza de São Pedro e obrigaram o governador Francisco de Souza a abandonar o cargo.
Cabanagem
A questão da autonomia politica foi, desde a independência, a grande força matriz motivadora de diversos conflitos e revoltas no Brasil.
Alem disso, a relação conflituosa, entre os paraenses e os comerciantes portugueses acentuava outro aspecto da tensão sócio-economico da região.
9º Cora Coralina
Alunos: Raphael Loureiro, Daniel Lobo, Gubio Constantino, Washington Lira.
A Bahia desde o período colonial, se destacou com palco de luta contra a operação política e o desmando governamental.
Liderados pelo médico Francisco Sabino Alvares da Rocha Vieira, os participantes da Sabinada receberam apoio dos militares da Fortaleza de São Pedro e obrigaram o governador Francisco de Souza a abandonar o cargo.
Cabanagem
A questão da autonomia politica foi, desde a independência, a grande força matriz motivadora de diversos conflitos e revoltas no Brasil.
Alem disso, a relação conflituosa, entre os paraenses e os comerciantes portugueses acentuava outro aspecto da tensão sócio-economico da região.
9º Cora Coralina
Alunos: Raphael Loureiro, Daniel Lobo, Gubio Constantino, Washington Lira.

gubio007- Mensagens: 1
Data de inscrição: 01/02/2011
Revoltas sociais do Império
A República da Espada
Como a Constituição determinava, o Congresso Constituinte escolheria o primeiro presidente e o vice. Foram escolhidos: o Marechal Deodoro da Fonseca para presidente e Marechal Floriano Peixoto como vice. Como os dois eram militares de alta patente, o governo ficou conhecido como a República da Espada. O presidente Deodoro ficou no governo por apenas oito meses, durante as quais exerceu um mandato autoritário.
As oposições não tardaram a aparecer. O Partido Republicano Paulista, formado por grande número de fazendeiros, queria que os governos estaduais tivessem cada vez mais autonomia econômica; pudessem, por exemplo, pedir empréstimos no exterior. Com o poder presidencial centralizado isso era muito difícil. As lutas dos grupos políticos estaduais e federais também contribuíram para o aumento dos problemas.
Como Floriano Peixoto não obedeceu à Constituição, que determinava novas eleições caso a Presidência ou como a Vice-Presidência vagassem antes de dois anos de governo, surgiram vários protestos e revoltas: a Segunda Revolta da Armada, revolta em Laje e Santa Cruz no Rio Grande do Sul e a Revolução Federalista, em 1893.
A Revolução Federalista do Rio Grande do Sul estende-se até 1895, causando cerca de 10.000 mortes. Dois grupos políticos: Martins, federalistas que queriam que a Constituição estadual fosse modificada e também a adoção do parlamentarismo; e os pica-paus ou chimangos, chefiados por Júlio de Castilhos, que apoiavam Floriano Peixoto. A Revolução atingiu Santa Catarina e o Paraná e só não chegou a São Paulo graças à ação de Bernardino de Campos, o presidente do Estado. A Revolução Federalista transformou-se, após grandes violências, na pior revolta da República Velha.
A Guerra de Canudos
Guerra de Canudos
Nos sertões da Bahia, milhares de sertanejos, fugindo da miséria trazida pelas secas e sujeição aos coronéis, juntaram-se ao redor do pregador viajante Antônio Vicente Mendes Maciel, mais conhecido como Antônio Conselheiro.
Em 1893, Antônio Conselheiro se estabeleceu no Arraial de Canudos. Estima-se que entre 1893 e 1897 o vilarejo cresceu até contar com 25.000 habitantes, vivendo às margens do rio Vaza-Barris. Em Canudos vigorava um sistema de solidariedade onde, apesar de haver diferenças sociais, ninguém precisava passar fome porque a maior parte da produção era dividida.[1] Antônio Conselheiro era contrário ao casamento civil, que o regime republicano instituíra. Na visão do governo, Canudos ameaçava o regime republicano, e por isso havia a necessidade de acabar com o movimento popular. Apesar de não haver nenhum motivo direto, o governo estadual envia a primeira de quatro expedições a Canudos, com o intuito de destrui-la.
Após a derrota destas tropas pelos conselheiristas, o governo federal resolve mandar tropas para conter os revoltosos. Também estas foram derrotadas, pois os conselheiristas conheciam muito bem a região, o que facilitava suas ações. Porém, o governo federal, disposto a terminar com a revolta, forma um exército para o ataque a Canudos, que, após quase um ano de guerra, acabou sendo arrasado, resultando na destruição total do vilarejo.
Antônio Conselheiro, que havia falecido duas semanas antes do final do conflito, foi desenterrado e teve sua cabeça cortada e levada para ser examinada em laboratório. Acreditava-se que "a sua demência e loucura" pudessem ser concluídas a partir do exame de seu crânio. Depois de um longo exame, foi concluído que tratava-se de um "crânio normal".
A Revolta da Chibata
Ver artigo principal: Revolta da Chibata
Em novembro de 1910 as tripulações do Encouraçado São Paulo, do Encouraçado Deodoro, do Encouraçado Minas Gerais e do Cruzador Bahia, lideradas pelo marinheiro João Cândido, se revoltaram no Rio de Janeiro contra os maus tratos, a má alimentação e o excesso de trabalho. Com os canhões das belonaves apontados para a capital do país, exigiram o fim dos castigos físicos a bordo. O governo da República prometeu-o, e os marinheiros devolveram os navios à Marinha do Brasil. Foram, entretanto traídos e o seu líder preso.
A Guerra do Contestado
Ver artigo principal: Guerra do Contestado
Em 1912, a fronteira entre Santa Catarina e Paraná foi motivo de uma disputa pela posse de terras que recebeu o nome de Guerra do Contestado. Sertanejos, imigrantes e nordestinos faziam parte do grande número de pessoas, sem terras e na miséria, que participaram deste conflito de cunho milenarista e messiânico.
As terras do Contestado foram cedidas, pelo governo, a companhias norte-americanas que contribuiriam para a construção de uma estrada de ferro que fariam para a extração da madeira. Desde fins do século XIX vários pregadores (líderes religiosos) que ocupavam a região acabaram atraindo, com seu discurso, os posseiros que haviam sido expulsos da região. Os pregadores, chamados de "monges", que tinham como líder José Maria que anunciava que a República terminaria e o povo teria dias melhores. Essas idéias trouxeram vários confrontos entre fazendeiros, tropas do governo do Paraná e os seguidores dos "monges". Os combates duraram longos cinco anos terminados somente em 1916, quando Venceslau Brás dividiu as terras do Contestado entre o Paraná e Santa Catarina.
em diversas provincias do brasil
ocorreu revoltas contra o imperio depois que dom pedro 1 deixou o governo dos regentes, estabelecido no rio de janeiro após de transformar suas .
Outros rebeldes mais radicais, viam nesse momento uma oportunidade de transformar sua provincia numa republica indepedente do restante do brasil.
Alem de participar de uma revolta chefiada por brancos muitos negros libertados lideraram revoltas nesse periodo.
alunos: Ana Clara Borba,Ilanna A,lbuquerqueGuilherme Bringel, Pedro Henrique Araujo,Guenther, .
Como a Constituição determinava, o Congresso Constituinte escolheria o primeiro presidente e o vice. Foram escolhidos: o Marechal Deodoro da Fonseca para presidente e Marechal Floriano Peixoto como vice. Como os dois eram militares de alta patente, o governo ficou conhecido como a República da Espada. O presidente Deodoro ficou no governo por apenas oito meses, durante as quais exerceu um mandato autoritário.
As oposições não tardaram a aparecer. O Partido Republicano Paulista, formado por grande número de fazendeiros, queria que os governos estaduais tivessem cada vez mais autonomia econômica; pudessem, por exemplo, pedir empréstimos no exterior. Com o poder presidencial centralizado isso era muito difícil. As lutas dos grupos políticos estaduais e federais também contribuíram para o aumento dos problemas.
Como Floriano Peixoto não obedeceu à Constituição, que determinava novas eleições caso a Presidência ou como a Vice-Presidência vagassem antes de dois anos de governo, surgiram vários protestos e revoltas: a Segunda Revolta da Armada, revolta em Laje e Santa Cruz no Rio Grande do Sul e a Revolução Federalista, em 1893.
A Revolução Federalista do Rio Grande do Sul estende-se até 1895, causando cerca de 10.000 mortes. Dois grupos políticos: Martins, federalistas que queriam que a Constituição estadual fosse modificada e também a adoção do parlamentarismo; e os pica-paus ou chimangos, chefiados por Júlio de Castilhos, que apoiavam Floriano Peixoto. A Revolução atingiu Santa Catarina e o Paraná e só não chegou a São Paulo graças à ação de Bernardino de Campos, o presidente do Estado. A Revolução Federalista transformou-se, após grandes violências, na pior revolta da República Velha.
A Guerra de Canudos
Guerra de Canudos
Nos sertões da Bahia, milhares de sertanejos, fugindo da miséria trazida pelas secas e sujeição aos coronéis, juntaram-se ao redor do pregador viajante Antônio Vicente Mendes Maciel, mais conhecido como Antônio Conselheiro.
Em 1893, Antônio Conselheiro se estabeleceu no Arraial de Canudos. Estima-se que entre 1893 e 1897 o vilarejo cresceu até contar com 25.000 habitantes, vivendo às margens do rio Vaza-Barris. Em Canudos vigorava um sistema de solidariedade onde, apesar de haver diferenças sociais, ninguém precisava passar fome porque a maior parte da produção era dividida.[1] Antônio Conselheiro era contrário ao casamento civil, que o regime republicano instituíra. Na visão do governo, Canudos ameaçava o regime republicano, e por isso havia a necessidade de acabar com o movimento popular. Apesar de não haver nenhum motivo direto, o governo estadual envia a primeira de quatro expedições a Canudos, com o intuito de destrui-la.
Após a derrota destas tropas pelos conselheiristas, o governo federal resolve mandar tropas para conter os revoltosos. Também estas foram derrotadas, pois os conselheiristas conheciam muito bem a região, o que facilitava suas ações. Porém, o governo federal, disposto a terminar com a revolta, forma um exército para o ataque a Canudos, que, após quase um ano de guerra, acabou sendo arrasado, resultando na destruição total do vilarejo.
Antônio Conselheiro, que havia falecido duas semanas antes do final do conflito, foi desenterrado e teve sua cabeça cortada e levada para ser examinada em laboratório. Acreditava-se que "a sua demência e loucura" pudessem ser concluídas a partir do exame de seu crânio. Depois de um longo exame, foi concluído que tratava-se de um "crânio normal".
A Revolta da Chibata
Ver artigo principal: Revolta da Chibata
Em novembro de 1910 as tripulações do Encouraçado São Paulo, do Encouraçado Deodoro, do Encouraçado Minas Gerais e do Cruzador Bahia, lideradas pelo marinheiro João Cândido, se revoltaram no Rio de Janeiro contra os maus tratos, a má alimentação e o excesso de trabalho. Com os canhões das belonaves apontados para a capital do país, exigiram o fim dos castigos físicos a bordo. O governo da República prometeu-o, e os marinheiros devolveram os navios à Marinha do Brasil. Foram, entretanto traídos e o seu líder preso.
A Guerra do Contestado
Ver artigo principal: Guerra do Contestado
Em 1912, a fronteira entre Santa Catarina e Paraná foi motivo de uma disputa pela posse de terras que recebeu o nome de Guerra do Contestado. Sertanejos, imigrantes e nordestinos faziam parte do grande número de pessoas, sem terras e na miséria, que participaram deste conflito de cunho milenarista e messiânico.
As terras do Contestado foram cedidas, pelo governo, a companhias norte-americanas que contribuiriam para a construção de uma estrada de ferro que fariam para a extração da madeira. Desde fins do século XIX vários pregadores (líderes religiosos) que ocupavam a região acabaram atraindo, com seu discurso, os posseiros que haviam sido expulsos da região. Os pregadores, chamados de "monges", que tinham como líder José Maria que anunciava que a República terminaria e o povo teria dias melhores. Essas idéias trouxeram vários confrontos entre fazendeiros, tropas do governo do Paraná e os seguidores dos "monges". Os combates duraram longos cinco anos terminados somente em 1916, quando Venceslau Brás dividiu as terras do Contestado entre o Paraná e Santa Catarina.
em diversas provincias do brasil
ocorreu revoltas contra o imperio depois que dom pedro 1 deixou o governo dos regentes, estabelecido no rio de janeiro após de transformar suas .
Outros rebeldes mais radicais, viam nesse momento uma oportunidade de transformar sua provincia numa republica indepedente do restante do brasil.
Alem de participar de uma revolta chefiada por brancos muitos negros libertados lideraram revoltas nesse periodo.
alunos: Ana Clara Borba,Ilanna A,lbuquerqueGuilherme Bringel, Pedro Henrique Araujo,Guenther, .
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Re: As Revoluções Populares durante o Império.
Cabanagem
A cabanagem foi uma revolta na quais os negros, índios e mestiços se insurgiram contra a elite política e tomaram o poder na então província do grão-pará. Entre as causas da revolta encontraram-se a extrema pobreza das populações ribeirinhas e a irrevelância política a qual a província foi relegada após a independência do Brasil.
A revolta dos malês
A chamada revolta dos malês (também conhecida como a revolta dos escravos de Alá) registrou-se de 25 a 27 de janeiro de 1835 na cidade de Salvador a então província da Bahia no Brasil.
Consistiram numa sublevação de caráter racial, de escravos africanos das etnias hauça e nagô, de religião islâmica, organizados em torno de propostas radicais para libertação dos demais escravos africanos que fossem muçulmanos. Foi rápida e duramente reprimida pelos poderes constituídos.
A guerra do contestado
Foi um conflito armado que ocorreu na região sul do Brasil entre outubro de 1912 e agosto de 191. O conflito envolveu cerca de 20 mil camponeses que enfrentaram forças militares dos poderes federais e estaduais. Ganhou o nome de guerra do contestado, pois os conflitos ocorreram numa área de disputas territoriais entre os estados do Paraná e Santa Catarina.
A guerra dos mascates
Foi uma revolta popular ocorrida na província do maranhão entre 1838 e 1841. Envolveu um grande numero de sertanejos. Teve inicio com uma luta que envolveu pessoas de dois grupos, políticos opostos: os bem-te-viu, que defendiam posições liberais, e os cabanos, que defendiam posições conservadoras.
A luta entre bem-te-vis e cabanos alastrou-se pelo sertão de toda a província, e o líder oposicionista Raimundo Teixeira Mendes é assassinado.
No século XIX apesar de todas as lutas, o Brasil ainda era colônia de Portugal, as idéias de independência e revolução se espalhavam, então, o governador do Pernambuco sabendo dos planos de uma denuncia, mandou prender os lideres do movimento.
Foi constituído um governo provisório que tinha como propostas básicas:
• Proclamar a republica
• Abolir alguns impostos
• Elaborar uma constituição
Alunos: Ana Luisa, Andressa, Douglas, Joanne e Vitória. 9º Carlos Drummond de Andrade
A cabanagem foi uma revolta na quais os negros, índios e mestiços se insurgiram contra a elite política e tomaram o poder na então província do grão-pará. Entre as causas da revolta encontraram-se a extrema pobreza das populações ribeirinhas e a irrevelância política a qual a província foi relegada após a independência do Brasil.
A revolta dos malês
A chamada revolta dos malês (também conhecida como a revolta dos escravos de Alá) registrou-se de 25 a 27 de janeiro de 1835 na cidade de Salvador a então província da Bahia no Brasil.
Consistiram numa sublevação de caráter racial, de escravos africanos das etnias hauça e nagô, de religião islâmica, organizados em torno de propostas radicais para libertação dos demais escravos africanos que fossem muçulmanos. Foi rápida e duramente reprimida pelos poderes constituídos.
A guerra do contestado
Foi um conflito armado que ocorreu na região sul do Brasil entre outubro de 1912 e agosto de 191. O conflito envolveu cerca de 20 mil camponeses que enfrentaram forças militares dos poderes federais e estaduais. Ganhou o nome de guerra do contestado, pois os conflitos ocorreram numa área de disputas territoriais entre os estados do Paraná e Santa Catarina.
A guerra dos mascates
Foi uma revolta popular ocorrida na província do maranhão entre 1838 e 1841. Envolveu um grande numero de sertanejos. Teve inicio com uma luta que envolveu pessoas de dois grupos, políticos opostos: os bem-te-viu, que defendiam posições liberais, e os cabanos, que defendiam posições conservadoras.
A luta entre bem-te-vis e cabanos alastrou-se pelo sertão de toda a província, e o líder oposicionista Raimundo Teixeira Mendes é assassinado.
No século XIX apesar de todas as lutas, o Brasil ainda era colônia de Portugal, as idéias de independência e revolução se espalhavam, então, o governador do Pernambuco sabendo dos planos de uma denuncia, mandou prender os lideres do movimento.
Foi constituído um governo provisório que tinha como propostas básicas:
• Proclamar a republica
• Abolir alguns impostos
• Elaborar uma constituição
Alunos: Ana Luisa, Andressa, Douglas, Joanne e Vitória. 9º Carlos Drummond de Andrade
AndressaBucar- Mensagens: 1
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Re: As Revoluções Populares durante o Império.
Meus queridos...que alegria!! Saber que vocês estão se empenhando em postar os trabalhos no fórum.
Gostaria que vocês participassem mais, postassem fotos, vídeos relacionados ao assunto que estamos trabalhando.
A nossa proposta é que vocês participem, discutem, tirem dúvidas, enfim...vamos usar esse espaço para isso ok?
Gostei dos trabalhos. Os próximos serão melhores ainda.
Gostaria que vocês participassem mais, postassem fotos, vídeos relacionados ao assunto que estamos trabalhando.
A nossa proposta é que vocês participem, discutem, tirem dúvidas, enfim...vamos usar esse espaço para isso ok?
Gostei dos trabalhos. Os próximos serão melhores ainda.
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As Revoltas do Império
A Cabanagem
Na primeira metade do século XIX, a maior parte da população da província do Grão-Pará era formada por indígenas, negros forros e mestiços que viviam em cabanas miseráveis à beira dos rios. Conhecidos como cabanos, trabalhavam principalmente na extração de drogas do sertão, no corte de madeira e na pesca.
Após a abdicação de Pedro I, em 1831, os habitantes do Grão-Pará depuseram os governantes nomeados pelos regentes para sua província e exigiram a expulsão dos portugueses, vistos como responsáveis pela miséria em que se encontravam. O governo dos regentes conseguiu retomar o controle da situação em dezembro de 1833, realizando diversas prisões e deportações. Além disso, retirou de circulação pessoas que poderiam estimular a população à revolta, recrutando-as para o exército imperial.
A Revolta dos Farrapos
A Guerra ou Revolta dos Farrapos, também conhecida como Revolução Farroupilha, teve início em 1835, o mesmo ano em que começou a Cabanagem. Foi a mais duradoura das revoltas iniciadas durante o governo dos regentes. Envolveu as províncias do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina entre 1835 e 1845. Apesar do nome, essa revolta não foi conduzida por pessoas mal vestidas, mas por ricos estancieiros gaúchos. O nome farrapos se deve ao fato de os rebeldes não usarem uniforme, ao contrário das tropas imperiais.
A Sabinada
Na Bahia eram comuns manifestações contra os portugueses e contra o governo regencial. Em 1831, numa dessas manifestações, a população reivindicava que os portugueses fossem proibidos de andar armados, demitidos de funções exercidas no Estado e até deportados. Foi nesse clima, agravado pela renúncia do regente Feijó, que em 1837 começou a Sabinada, movimento que teve seu nome relacionado ao do médico Francisco Sabino Álvares da Rocha Vieira.
A Revolta dos Malês
Em 1835, os malês, como eram chamados na Bahia os africanos muçulmanos, organizaram um levante em Salvador. Muitos deles eram negros de ganho e podiam circular pela cidade, o que facilitou a organização do
movimento. Economizando a pequena parte dos ganhos que seus donos lhes deixavam, alguns negros conseguiam comprar sua alforria, mas continuavam sendo discriminados.
9º Ano Cora Coralina
Alunos: Sara, Ian Victor, Sânia, Maiana, Iancovit e D' iovanna.
Na primeira metade do século XIX, a maior parte da população da província do Grão-Pará era formada por indígenas, negros forros e mestiços que viviam em cabanas miseráveis à beira dos rios. Conhecidos como cabanos, trabalhavam principalmente na extração de drogas do sertão, no corte de madeira e na pesca.
Após a abdicação de Pedro I, em 1831, os habitantes do Grão-Pará depuseram os governantes nomeados pelos regentes para sua província e exigiram a expulsão dos portugueses, vistos como responsáveis pela miséria em que se encontravam. O governo dos regentes conseguiu retomar o controle da situação em dezembro de 1833, realizando diversas prisões e deportações. Além disso, retirou de circulação pessoas que poderiam estimular a população à revolta, recrutando-as para o exército imperial.
A Revolta dos Farrapos
A Guerra ou Revolta dos Farrapos, também conhecida como Revolução Farroupilha, teve início em 1835, o mesmo ano em que começou a Cabanagem. Foi a mais duradoura das revoltas iniciadas durante o governo dos regentes. Envolveu as províncias do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina entre 1835 e 1845. Apesar do nome, essa revolta não foi conduzida por pessoas mal vestidas, mas por ricos estancieiros gaúchos. O nome farrapos se deve ao fato de os rebeldes não usarem uniforme, ao contrário das tropas imperiais.
A Sabinada
Na Bahia eram comuns manifestações contra os portugueses e contra o governo regencial. Em 1831, numa dessas manifestações, a população reivindicava que os portugueses fossem proibidos de andar armados, demitidos de funções exercidas no Estado e até deportados. Foi nesse clima, agravado pela renúncia do regente Feijó, que em 1837 começou a Sabinada, movimento que teve seu nome relacionado ao do médico Francisco Sabino Álvares da Rocha Vieira.
A Revolta dos Malês
Em 1835, os malês, como eram chamados na Bahia os africanos muçulmanos, organizaram um levante em Salvador. Muitos deles eram negros de ganho e podiam circular pela cidade, o que facilitou a organização do
movimento. Economizando a pequena parte dos ganhos que seus donos lhes deixavam, alguns negros conseguiam comprar sua alforria, mas continuavam sendo discriminados.
9º Ano Cora Coralina
Alunos: Sara, Ian Victor, Sânia, Maiana, Iancovit e D' iovanna.

saracamylla- Mensagens: 1
Data de inscrição: 01/02/2011
Idade: 15
Trabalho de História -- República Federativa do Brasil..
A Cabanagem
A Cabanagem (1835-1840) foi uma revolta na qual negros, índios e mestiços se insurgiram contra a elite política e tomaram o poder na então província do Grão-Pará (Brasil). Entre as causas da revolta encontram-se a extrema pobreza das populações ribeirinhas e a irrelevância política à qual a província foi relegada após a independência do Brasil.
De cunho popular, contou com a participação de elementos das camadas média e alta da região, entre os quais se destacam os nomes do padre João Batista Gonçalves Campos, do jornalista Vicente Ferreira Lavor Papagaio.
A denominação "Cabanagem" remete ao tipo de habitação da população ribeirinha, espécie de cabanas, constituída por mestiços, escravos libertos e indígenas.
Os Irmãos Vinagre
Em 6 de janeiro de 1835, liderados por Antônio Vinagre, os rebeldes (tapuios, cabanos, negros e índios) tomaram de assalto o quartel e o palácio do governo de Belém, nomeando Félix Antonio Clemente Malcher presidente do Grão-Pará. Os cabanos, em menos de um dia, atacaram e conquistaram a cidade de Belém, assassinando o presidente Lobo de Souza e o Comandante das Armas, e apoderando-se de uma grande quantidade de material bélico. No dia Sete, Clemente Malcher foi libertado e escolhido como presidente da província e Francisco Vinagre para Comandante das Armas. O governo cabano não durou muito tempo, pois o novo presidente, Félix Malcher - tenente-coronel, latifundiário e dono de engenhos de açúcar - era mais identificado com os interesses do grupo dominante derrotado, e é deposto em 19 de fevereiro de 1835, com o apoio das classes dominantes, que pretendiam manter a província unida ao Império do Brasil.
Devido à sua fraqueza e ao reforço de uma esquadra comandada pelo almirante inglês Taylor, os cabanos foram derrotados e se retiraram para o interior.Eduardo Angelim assumiu a presidência. Durante dez meses.Diante da vitória das forças de Angelim, o império reagiu e nomeou, em março de 1836, o brigadeiro Francisco José de Sousa Soares de Andréa como novo presidente do Grão-Pará, autorizando a guerra total contra os cabanos.No dia 13 de maio de 1836, o brigadeiro d'Andrea estacionou sua esquadra em frente a Belém e bombardeou impiedosamente a cidade. Os cabanos insurgentes escapavam pelos igarapés em pequenas canoas, enquanto Eduardo Angelim e alguns líderes negociavam a fuga.
O brigadeiro d'Andrea, entretanto, julgando que Angelim, mesmo foragido, seria uma ameaça, determinou que seus homens fossem ao seu encalço. Em outubro de 1836, numa tapera da selva, ao lado de sua mulher, Angelim foi capturado, tornado prisioneiro na fortaleza da Barra, até seguir para o Rio de Janeiro. A Cabanagem, porém, não acabou com a prisão de Eduardo Angelim. Os cabanos, internados na selva, lutaram até 1840, até serem completamente exterminados (nações indígenas foram chacinadas; os murá e os mauê praticamente desapareceram).
Calcula-se que de 30 a 40% de uma população estimada de 100 mil habitantes morreu.Em homenagem ao movimento Cabano foi erguido um monumento, projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer, na entrada da cidade de Belém: o Memorial da Cabanagem.
A Guerra de Canudos
A Guerra de Canudos ou Campanha de Canudos foi o confronto entre o Exército Brasileiro e integrantes de um movimento popular de fundo sócio-religioso liderado por Antônio Conselheiro, que durou de 1896 a 1897, na então comunidade de Canudos, no interior do estado da Bahia, no nordeste do Brasil.A região, historicamente caracterizada por latifúndios improdutivos, secas cíclicas e desemprego crônico, passava por uma grave crise econômica e social. Milhares de sertanejos e ex-escravos partiram para Canudos, cidadela liderada pelo peregrino Antônio Conselheiro, unidos na crença numa salvação milagrosa que pouparia os humildes habitantes do sertão dos flagelos do clima e da exclusão econômica e social.
Os grandes fazendeiros da região, unindo-se à Igreja, iniciaram um forte grupo de pressão junto à República recém-instaurada, pedindo que fossem tomadas providências contra Antônio Conselheiro e seus seguidores. Criaram-se rumores de que Canudos se armava para atacar cidades vizinhas e partir em direção à capital para depor o governo republicano, reinstalando a Monarquia. Apesar de não haver nenhuma prova para estes rumores, o Exército foi mandado para Canudos. Três expedições militares contra Canudos saíram derrotadas, o que apavorou a opinião pública, que acabou exigindo a destruição do arraial, dando legitimidade ao massacre de até vinte mil sertanejos. Além disso, estima-se que cinco mil militares tenham morrido. A guerra terminou com a destruição total de Canudos, a degola de muitos prisioneiros de guerra, e o incêndio de todas as casas do arraial.
Grupo: Rosane, Nathália Aparecida, Debóra, Adriana e Amanda.
9º Carlos Drummond de Andrade
A Cabanagem (1835-1840) foi uma revolta na qual negros, índios e mestiços se insurgiram contra a elite política e tomaram o poder na então província do Grão-Pará (Brasil). Entre as causas da revolta encontram-se a extrema pobreza das populações ribeirinhas e a irrelevância política à qual a província foi relegada após a independência do Brasil.
De cunho popular, contou com a participação de elementos das camadas média e alta da região, entre os quais se destacam os nomes do padre João Batista Gonçalves Campos, do jornalista Vicente Ferreira Lavor Papagaio.
A denominação "Cabanagem" remete ao tipo de habitação da população ribeirinha, espécie de cabanas, constituída por mestiços, escravos libertos e indígenas.
Os Irmãos Vinagre
Em 6 de janeiro de 1835, liderados por Antônio Vinagre, os rebeldes (tapuios, cabanos, negros e índios) tomaram de assalto o quartel e o palácio do governo de Belém, nomeando Félix Antonio Clemente Malcher presidente do Grão-Pará. Os cabanos, em menos de um dia, atacaram e conquistaram a cidade de Belém, assassinando o presidente Lobo de Souza e o Comandante das Armas, e apoderando-se de uma grande quantidade de material bélico. No dia Sete, Clemente Malcher foi libertado e escolhido como presidente da província e Francisco Vinagre para Comandante das Armas. O governo cabano não durou muito tempo, pois o novo presidente, Félix Malcher - tenente-coronel, latifundiário e dono de engenhos de açúcar - era mais identificado com os interesses do grupo dominante derrotado, e é deposto em 19 de fevereiro de 1835, com o apoio das classes dominantes, que pretendiam manter a província unida ao Império do Brasil.
Devido à sua fraqueza e ao reforço de uma esquadra comandada pelo almirante inglês Taylor, os cabanos foram derrotados e se retiraram para o interior.Eduardo Angelim assumiu a presidência. Durante dez meses.Diante da vitória das forças de Angelim, o império reagiu e nomeou, em março de 1836, o brigadeiro Francisco José de Sousa Soares de Andréa como novo presidente do Grão-Pará, autorizando a guerra total contra os cabanos.No dia 13 de maio de 1836, o brigadeiro d'Andrea estacionou sua esquadra em frente a Belém e bombardeou impiedosamente a cidade. Os cabanos insurgentes escapavam pelos igarapés em pequenas canoas, enquanto Eduardo Angelim e alguns líderes negociavam a fuga.
O brigadeiro d'Andrea, entretanto, julgando que Angelim, mesmo foragido, seria uma ameaça, determinou que seus homens fossem ao seu encalço. Em outubro de 1836, numa tapera da selva, ao lado de sua mulher, Angelim foi capturado, tornado prisioneiro na fortaleza da Barra, até seguir para o Rio de Janeiro. A Cabanagem, porém, não acabou com a prisão de Eduardo Angelim. Os cabanos, internados na selva, lutaram até 1840, até serem completamente exterminados (nações indígenas foram chacinadas; os murá e os mauê praticamente desapareceram).
Calcula-se que de 30 a 40% de uma população estimada de 100 mil habitantes morreu.Em homenagem ao movimento Cabano foi erguido um monumento, projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer, na entrada da cidade de Belém: o Memorial da Cabanagem.
A Guerra de Canudos
A Guerra de Canudos ou Campanha de Canudos foi o confronto entre o Exército Brasileiro e integrantes de um movimento popular de fundo sócio-religioso liderado por Antônio Conselheiro, que durou de 1896 a 1897, na então comunidade de Canudos, no interior do estado da Bahia, no nordeste do Brasil.A região, historicamente caracterizada por latifúndios improdutivos, secas cíclicas e desemprego crônico, passava por uma grave crise econômica e social. Milhares de sertanejos e ex-escravos partiram para Canudos, cidadela liderada pelo peregrino Antônio Conselheiro, unidos na crença numa salvação milagrosa que pouparia os humildes habitantes do sertão dos flagelos do clima e da exclusão econômica e social.
Os grandes fazendeiros da região, unindo-se à Igreja, iniciaram um forte grupo de pressão junto à República recém-instaurada, pedindo que fossem tomadas providências contra Antônio Conselheiro e seus seguidores. Criaram-se rumores de que Canudos se armava para atacar cidades vizinhas e partir em direção à capital para depor o governo republicano, reinstalando a Monarquia. Apesar de não haver nenhuma prova para estes rumores, o Exército foi mandado para Canudos. Três expedições militares contra Canudos saíram derrotadas, o que apavorou a opinião pública, que acabou exigindo a destruição do arraial, dando legitimidade ao massacre de até vinte mil sertanejos. Além disso, estima-se que cinco mil militares tenham morrido. A guerra terminou com a destruição total de Canudos, a degola de muitos prisioneiros de guerra, e o incêndio de todas as casas do arraial.
Grupo: Rosane, Nathália Aparecida, Debóra, Adriana e Amanda.
9º Carlos Drummond de Andrade
Última edição por Juliana Lima em Ter Fev 15, 2011 8:06 pm, editado 1 vez(es)
Juliana Lima- Mensagens: 2
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Re: As Revoluções Populares durante o Império.
Isso mesmo meus queridos. Os trabalhos estão ótimos.
Alguns comentários que vou fazer...quero que respondam a esses comentários, o que vocês acham e qual a impressão que tiram dos trabalhos.
Um dos comentários é: vocês percebem que a maioria dessas revoltas são das classes mais pobres, ou menos favorecidas contra a elite portuguesa da época?
Porque será que essas revoltas não se prolongaram e não conseguiram de fato, atingir seus objetivos?
Essa é uma forma da gente discutir assuntos passado e refletir o nosso presente.
Então...qual a opinião de vocês?
Bjuxxx
Alguns comentários que vou fazer...quero que respondam a esses comentários, o que vocês acham e qual a impressão que tiram dos trabalhos.
Um dos comentários é: vocês percebem que a maioria dessas revoltas são das classes mais pobres, ou menos favorecidas contra a elite portuguesa da época?
Porque será que essas revoltas não se prolongaram e não conseguiram de fato, atingir seus objetivos?
Essa é uma forma da gente discutir assuntos passado e refletir o nosso presente.
Então...qual a opinião de vocês?
Bjuxxx
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Re: As Revoluções Populares durante o Império.
A Revolta da Cabanagem
Na década de 1830, a província do Grão-Pará, que compreendia os estados do Para de do Amazonas, tinha um pouco mais de 80 mil habitantes, de cada cem, quarenta era escravos indígenas que moravam nas vilas. Belém não passava de uma pequena cidade com 24 mil habitantes. Os indígenas tapajós esperavam ter seus direitos reconhecidos e não serem mais obrigados a trabalhar como escravos. Aparti de 1834, iniciava a cabanagem a mais importante revolta popular da regência, foi o mais notável movimento popular do Brasil, o único em que as camadas pobres da população conseguiram ocupar o poder de toda uma província, com certa estabilidade. Segundo Caio Prado Jr.
Reconhecimento da Independência
Era uma questão crucial para o Império brasileiro. As monarquias absolutistas européias eram hostis á independência do Brasil. Os EUA foram o primeiro pais a reconhecer o governo brasileiro, em maio de 1824. Graças á mediação da Inglaterra, em agosto de 1825, a coroa portuguesa reconheceu a independência do Brasil. Em troca, obtinha a condição de ‘nação mais favorecida ‘nas transações comerciais e uma indenização no valor de 2 milhões de libras. A Inglaterra também reconheceu a independência do Brasil em 1825. Somente a partir de 1826 a soberania brasileira foi reconhecida pela frança, pelo vaticano e pelas demais nações européias, concluindo-se a formalização da independência. Os latino-americanos encaravam o império brasileiro como instrumentos dos interesses recolonizadores europeus e condenavam a anexação da Cisplatina (em 1821, o Reino Unido luso-brasileiro anexava a Banda Oriental, atual Uruguai, a qual passou a chamar-se Província Cisplatina).
Guerra da Cisplatina
A Guerra da Cisplatina foi um conflito que ocorreu de 1825 até 1828, envolvendo os países Brasil e Argentina.
O motivo desta batalha era pelo domínio da Província de Cisplatina, atual Uruguai, uma região que sempre foi cobiçada pelos portugueses e espanhóis.
No ano de 1680, Portugal fundou a região Colônia do Sacramento, que foi o primeiro nome dado á região de Cisplatina. Em 1777, o território passou a ser posse da Espanha.
Em 1816, a coroa Portuguesa, que estava no Brasil, ocupou novamente a região, nomeando-a como Província da Cisplatina.
No ano de 1825, um novo movimento surge em prol da libertação da província. Mas os moradores de Cisplatina se recusam a fazer parte do Brasil, e João Antonio Lavalleja, organiza um movimento para declarar independência da região. A Argentina por interesse no território da Cisplatina, ajuda no movimento, ofertando, força política, armas, alimentos, etc. O Brasil se revoltou declarando guerra à Argentina e ao revoltosos da região de Cisplatina.
Foram muitos conflitos entre os combatentes, e com tudo isso muito dinheiro público foi gasto, desequilibrando a economia brasileira. E além de tudo, o Brasil foi vencido na batalha.
No ano de 1828, sob interferência da Inglaterra, foi firmado um acordo entre Brasil e Argentina, que foi marcado pela independência da Província da Cisplatina seria independente.
Com isso, a situação do Brasil se complicou mais, e os brasileiros ficaram mais insatisfeitos com o governo.
Revoltas sociais no Império Brasileiro
O Império do Brasil foi o Estado brasileiro existente entre 1822 e 1889, que precedeu a atual República Federativa do Brasil e teve a monarquia parlamentar constitucional como seu sistema político. O Império do Brasil foi governado por um dos ramos da Casa de Bragança, conhecido como família imperial brasileira e constituiu o 11º maior império da história da humanidade. Teve seu início após a declaração da Independência em relação ao reino de Portugal, em 7 de setembro de 1822, e seu fim após o golpe de Estado militar que instaurou a forma republicana presidencialista, em 15 de novembro de1889. Foi dividido em dois períodos: o Primeiro Reinado, que se iniciou em 7 de setembro de 1822 e teve por fim quando D. Pedro I abdicou em 7 de abril de 1831, e o Segundo Reinado, que foi iniciado na mesma data com a aclamação de D. Pedro II e perdurado até a proclamação da República.
9º Carlos Drummond de Andrade
Alunos: Juliana Lima, Mateus Del Duque, Barbara Viana, Flávio Dalla Corte, Alex Andrew
Na década de 1830, a província do Grão-Pará, que compreendia os estados do Para de do Amazonas, tinha um pouco mais de 80 mil habitantes, de cada cem, quarenta era escravos indígenas que moravam nas vilas. Belém não passava de uma pequena cidade com 24 mil habitantes. Os indígenas tapajós esperavam ter seus direitos reconhecidos e não serem mais obrigados a trabalhar como escravos. Aparti de 1834, iniciava a cabanagem a mais importante revolta popular da regência, foi o mais notável movimento popular do Brasil, o único em que as camadas pobres da população conseguiram ocupar o poder de toda uma província, com certa estabilidade. Segundo Caio Prado Jr.
Reconhecimento da Independência
Era uma questão crucial para o Império brasileiro. As monarquias absolutistas européias eram hostis á independência do Brasil. Os EUA foram o primeiro pais a reconhecer o governo brasileiro, em maio de 1824. Graças á mediação da Inglaterra, em agosto de 1825, a coroa portuguesa reconheceu a independência do Brasil. Em troca, obtinha a condição de ‘nação mais favorecida ‘nas transações comerciais e uma indenização no valor de 2 milhões de libras. A Inglaterra também reconheceu a independência do Brasil em 1825. Somente a partir de 1826 a soberania brasileira foi reconhecida pela frança, pelo vaticano e pelas demais nações européias, concluindo-se a formalização da independência. Os latino-americanos encaravam o império brasileiro como instrumentos dos interesses recolonizadores europeus e condenavam a anexação da Cisplatina (em 1821, o Reino Unido luso-brasileiro anexava a Banda Oriental, atual Uruguai, a qual passou a chamar-se Província Cisplatina).
Guerra da Cisplatina
A Guerra da Cisplatina foi um conflito que ocorreu de 1825 até 1828, envolvendo os países Brasil e Argentina.
O motivo desta batalha era pelo domínio da Província de Cisplatina, atual Uruguai, uma região que sempre foi cobiçada pelos portugueses e espanhóis.
No ano de 1680, Portugal fundou a região Colônia do Sacramento, que foi o primeiro nome dado á região de Cisplatina. Em 1777, o território passou a ser posse da Espanha.
Em 1816, a coroa Portuguesa, que estava no Brasil, ocupou novamente a região, nomeando-a como Província da Cisplatina.
No ano de 1825, um novo movimento surge em prol da libertação da província. Mas os moradores de Cisplatina se recusam a fazer parte do Brasil, e João Antonio Lavalleja, organiza um movimento para declarar independência da região. A Argentina por interesse no território da Cisplatina, ajuda no movimento, ofertando, força política, armas, alimentos, etc. O Brasil se revoltou declarando guerra à Argentina e ao revoltosos da região de Cisplatina.
Foram muitos conflitos entre os combatentes, e com tudo isso muito dinheiro público foi gasto, desequilibrando a economia brasileira. E além de tudo, o Brasil foi vencido na batalha.
No ano de 1828, sob interferência da Inglaterra, foi firmado um acordo entre Brasil e Argentina, que foi marcado pela independência da Província da Cisplatina seria independente.
Com isso, a situação do Brasil se complicou mais, e os brasileiros ficaram mais insatisfeitos com o governo.
Revoltas sociais no Império Brasileiro
O Império do Brasil foi o Estado brasileiro existente entre 1822 e 1889, que precedeu a atual República Federativa do Brasil e teve a monarquia parlamentar constitucional como seu sistema político. O Império do Brasil foi governado por um dos ramos da Casa de Bragança, conhecido como família imperial brasileira e constituiu o 11º maior império da história da humanidade. Teve seu início após a declaração da Independência em relação ao reino de Portugal, em 7 de setembro de 1822, e seu fim após o golpe de Estado militar que instaurou a forma republicana presidencialista, em 15 de novembro de1889. Foi dividido em dois períodos: o Primeiro Reinado, que se iniciou em 7 de setembro de 1822 e teve por fim quando D. Pedro I abdicou em 7 de abril de 1831, e o Segundo Reinado, que foi iniciado na mesma data com a aclamação de D. Pedro II e perdurado até a proclamação da República.
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As Revoltas Populares do Imperio
CABANAGEM
A Cabanagem foi uma revolta na qual negros, índios e mestiços se insurgiram contra a elite política e tomaram o poder na então província do Grão-Pará . Entre as causas da revolta encontram-se a extrema pobreza das populações ribeirinhas e a irrelevância política à qual a província foi relegada após a independência do Brasil.
De cunho popular, contou com a participação de elementos das camadas média e alta da região, entre os quais se destacam os nomes do padre João Batista Gonçalves Campos, do jornalista Vicente Ferreira Lavor Papagaio.
MERCENÁRIOS
A Revolta dos Mercenários constitui-se numa sublevação militar ocorrida no Brasil, sob o governo de D. Pedro I .
Episódio pouco conhecido na História do Brasil, inscreve-se no contexto da guerra contra as Províncias Unidas do Rio da Prata , da qual resultou a independência da República Oriental do Uruguai (27 de Agosto de 1828).
O motim iniciou em 9 de junho de 1828, e durou três dias. Neste período a população da Corte (a cidade do Rio de Janeiro) viveu sobressaltada pela sublevação de três batalhões do Corpo de Estrangeiros, alemães e irlandeses, que serviam ao Império do Brasil desde a independência .
O origem da revolta foi um boato que dois alemães haviam sido mortos por soldados de um batalhão brasileiro. O oficial de dia do 3° Batalhão de Granadeiros, composto na sua maioria de estrangeiros, o tenente alemão Prahl, saiu bêbado do quartel, acompanhado de outros soldados e atacou a guarda do Largo da Carioca. Foi logo preso e enviado à Ilha das Cobras, o batalhão foi reunido e Dom Pedro I lá ordenou que todos os envolvidos no incidente dessem um passo à frente. Os que se apresentaram foram logo sentenciados a 100 chibatadas. Isto detonou a revolta.
A Cabanagem foi uma revolta na qual negros, índios e mestiços se insurgiram contra a elite política e tomaram o poder na então província do Grão-Pará . Entre as causas da revolta encontram-se a extrema pobreza das populações ribeirinhas e a irrelevância política à qual a província foi relegada após a independência do Brasil.
De cunho popular, contou com a participação de elementos das camadas média e alta da região, entre os quais se destacam os nomes do padre João Batista Gonçalves Campos, do jornalista Vicente Ferreira Lavor Papagaio.
MERCENÁRIOS
A Revolta dos Mercenários constitui-se numa sublevação militar ocorrida no Brasil, sob o governo de D. Pedro I .
Episódio pouco conhecido na História do Brasil, inscreve-se no contexto da guerra contra as Províncias Unidas do Rio da Prata , da qual resultou a independência da República Oriental do Uruguai (27 de Agosto de 1828).
O motim iniciou em 9 de junho de 1828, e durou três dias. Neste período a população da Corte (a cidade do Rio de Janeiro) viveu sobressaltada pela sublevação de três batalhões do Corpo de Estrangeiros, alemães e irlandeses, que serviam ao Império do Brasil desde a independência .
O origem da revolta foi um boato que dois alemães haviam sido mortos por soldados de um batalhão brasileiro. O oficial de dia do 3° Batalhão de Granadeiros, composto na sua maioria de estrangeiros, o tenente alemão Prahl, saiu bêbado do quartel, acompanhado de outros soldados e atacou a guarda do Largo da Carioca. Foi logo preso e enviado à Ilha das Cobras, o batalhão foi reunido e Dom Pedro I lá ordenou que todos os envolvidos no incidente dessem um passo à frente. Os que se apresentaram foram logo sentenciados a 100 chibatadas. Isto detonou a revolta.
Aluna:LANNA MOHANE
9° Carlos drummond de andrade][/b]
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As Revoltas populares durante o Império
Cabanagem: No auge de sua revolta, os cabanos proclamaram a república em Agosto de 1835, e declararam o Pará separado do Império do Brasil.Foi marcada por uma enorme violência.
Balaiada: Foi com ficou conhecida a rebelião popular que assolou as provícias do Maranhão,Ceará e Piauí de 1838 a 1841.
Sabinada:O médico Francisci Sabino, foi o principal ideólogo da rebelião baiana.Foi um movimento revolucionário,liberal e federalista, ocorrido na Bahia durante a regência, entre 1837 a 1838.
Guerra dos Farrapos:Esfarrapados combatentes gaúchos, deram o nome da mais londa revolução da história do Brasil.Séria ameaça a intridade territorial do país. A revolução Farroupilha se estendeu por 10 anos de 1835 a1845, no Rio Grande do Sul.
Guerra dos Canudos: Foi uma revolta ocorrida durante os primeiros tempos da república.Mostra o descanso dos governantes com relação aos grandes problemas sociais do Brasil.Teve duração de quase um ano-1896 a 1897.Foi usada a violência oficial, muitas vezes em exagero.
Revolta da Chibata:Podemos considerar a revolta da chibata como uma manifestação ocorrida no início da república.Embora pretendesse implantar um sistema político-econômico moderno no país. Começou no dia 22 de Novembro de 1990.Nesse período , os marinheiors brasileiros eram punidos com castigos físicos. As faltas graves eram punidas com 25 chibatadas, essa situação gerou intensa revolta entre marinheiros.O estopin da revolta ocorreu quando o marinheiro Marcelino Rodrigues foi castigado com 250 chibatadas.
9° ano Mário Quintana
Alunos: Laryssa Rodrigues, Jullyana Guedes, Marcela,Aldair Júnior
Balaiada: Foi com ficou conhecida a rebelião popular que assolou as provícias do Maranhão,Ceará e Piauí de 1838 a 1841.
Sabinada:O médico Francisci Sabino, foi o principal ideólogo da rebelião baiana.Foi um movimento revolucionário,liberal e federalista, ocorrido na Bahia durante a regência, entre 1837 a 1838.
Guerra dos Farrapos:Esfarrapados combatentes gaúchos, deram o nome da mais londa revolução da história do Brasil.Séria ameaça a intridade territorial do país. A revolução Farroupilha se estendeu por 10 anos de 1835 a1845, no Rio Grande do Sul.
Guerra dos Canudos: Foi uma revolta ocorrida durante os primeiros tempos da república.Mostra o descanso dos governantes com relação aos grandes problemas sociais do Brasil.Teve duração de quase um ano-1896 a 1897.Foi usada a violência oficial, muitas vezes em exagero.
Revolta da Chibata:Podemos considerar a revolta da chibata como uma manifestação ocorrida no início da república.Embora pretendesse implantar um sistema político-econômico moderno no país. Começou no dia 22 de Novembro de 1990.Nesse período , os marinheiors brasileiros eram punidos com castigos físicos. As faltas graves eram punidas com 25 chibatadas, essa situação gerou intensa revolta entre marinheiros.O estopin da revolta ocorreu quando o marinheiro Marcelino Rodrigues foi castigado com 250 chibatadas.
9° ano Mário Quintana
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9º Mário Quintana
Cabanagem
No auge de sua revolta, os cabanos proclamaram a república, em agosto de 1835, e declararam o Pará separado do império do Brasil.
Chamou-se cabanagem a rebelião que, marcada por enorme violência, irrompeu na província do Grão-Pará (Pará e Amazonas atuais) logo após a abdicação de D. Pedro I e mobilizou as camadas mais pobres da população contra o poder central e as elites, sobretudo os portugueses. O primeiro levante ocorreu em 2 de junho de 1831, liderado pelo cônego João Batista Gonçalves Campos, conhecido como Benze-Cacetes. Após um período de trégua, ressurgiu com maior violência, poucos anos depois. Na fazenda do Acará, de propriedade de Félix Antônio Clemente Malcher, organizou-se uma revolução para destituir o então presidente Bernardo de Souza Lobo. Malcher assumiu o governo em janeiro de 1835 e nomeou comandante de armas o tenente Francisco Pedro Vinagre, mandando executar o presidente, juntamente com o comandante de armas, coronel Joaquim José da Silva Santiago, e o capitão-de-fragata Guilherme James Inglis.
Só a 10 de maio Angelim deixou Belém, confiando o dinheiro do tesouro público ao bispo. A 17 do mesmo mês, Andréia ocupou Belém, mas a luta prosseguiu no interior, onde os legalistas enfrentaram guerrilhas mesmo depois da prisão de Vinagre e Angelim em outubro.
Balaiada
Dentre os numerosos levantes populares ocorridos no Brasil durante o período imperial, oriundos da opressão econômica das classes dominantes, um dos mais importantes foi a balaiada.
Balaiada foi como ficou conhecida a rebelião popular que assolou as províncias do Maranhão, Ceará e Piauí de 1838 a 1841. A denominação provém da alcunha Balaio, dada a um de seus líderes, Manuel Francisco dos Anjos Ferreira, fabricante de cestos. A revolta eclodiu em sucessivos e ininterruptos motins, iniciados com o levante ocorrido em Vila do Manga do Iguará, no Maranhão, em 13 de dezembro de 1838, quando o vaqueiro Raimundo Gomes Vieira Jutaí, o Cara Preta, libertou os presos da cadeia.
Para dominar o levante, que se estendera ao Ceará e ao Piauí, o regente do império, Pedro de Araújo Lima, futuro marquês de Olinda, enviou ao Maranhão o coronel Luís Alves de Lima e Silva, nomeado presidente e comandante de armas em 7 de fevereiro de 1840. Após um ano de guerrilhas, anunciou-se a pacificação das províncias conflagradas, em 19 de janeiro de 1841, o que valeu ao comandante a promoção ao generalato e o título de barão de Caxias.
Sabinada
O médico Francisco Sabino foi o principal ideólogo da rebelião baiana que, em meados do século XIX, defendeu a autonomia provincial num regime republicano provisório.
Sabinada foi um movimento revolucionário, liberal e federalista ocorrido na Bahia durante a regência, entre 1837 e 1838. Propunha a proclamação "provisória" de um regime republicano até a maioridade do imperador -- talvez como primeiro passo para a apresentação de reivindicações autonomistas -- e a fundação do Estado Livre Bahiense, inspirado na República de Piratini pretendida pela revolução farroupilha. Os rebeldes criticavam a transferência de rendas para o Sudeste e a supremacia local dos senhores de engenho e plantadores de tabaco. Em 7 de novembro de 1837, conseguida a adesão da tropa, ocuparam a cidade de Salvador e obrigaram o presidente da província, Francisco de Sousa Paraíso, a fugir para o Rio de Janeiro.
Guerra dos Farrapos
Esfarrapados combatentes gaúchos deram o nome à mais longa revolução da história do Brasil e que representou, na época do império, séria ameaça à integridade territorial do país.
A revolução Farroupilha, ou guerra dos Farrapos, se estendeu por dez anos, de 1835 a 1845, no Rio Grande do Sul. Opôs de um lado estancieiros liberais separatistas, conhecidos como chimangos, desejosos de criar um estado republicano, com o apoio das camadas populares; e de outro os adeptos da monarquia, chamados de caramurus.
A luta prosseguiu e os farroupilhas voltaram à ofensiva com triunfos em Rio Pardo e Caçapava, em março e abril de 1837. Bento Gonçalves conseguiu fugir a nado do forte do Mar, na Bahia, onde estava preso e reassumiu o comando da luta, que se estendeu a Santa Catarina. Lá, os revoltosos proclamaram, em 22 de julho de 1839, em Laguna, a República Juliana, de curta duração. Nessa época incorporara-se à revolução outro italiano, Giuseppe Garibaldi, futuro paladino da unificação de seu país e que ligou seu destino ao de uma brasileira, Anita Garibaldi, heroína da causa rebelde.
As forças governamentais aumentaram a pressão a partir de 1840, mas só em 1842, com a nomeação de Luís Alves de Lima e Silva, barão de Caxias, para presidente da província e comandante das tropas imperiais, é que foi selada a sorte dos rebeldes. Estes, reforçados pelo pacto firmado em Quaraí com o general-chefe do Exército uruguaio, José Fructuoso Rivera, ainda conseguiram vitórias importantes em 1843, mas acabaram neutralizados pelos êxitos de Caxias no ano seguinte. Em fevereiro de 1845 Bento Gonçalves se dispôs a negociar o armistício. Um conselho de guerra farroupilha aceitou as condições propostas pelo governo imperial. No dia 29 do mesmo mês foi assinada a ata de pacificação. Os chefes revolucionários conseguiram anistia, incorporação às forças do Exército, liberdade para os escravos que lutaram do lado rebelde e a concessão de patente de oficial para os líderes do movimento.
Alunos: Matheus R.
No auge de sua revolta, os cabanos proclamaram a república, em agosto de 1835, e declararam o Pará separado do império do Brasil.
Chamou-se cabanagem a rebelião que, marcada por enorme violência, irrompeu na província do Grão-Pará (Pará e Amazonas atuais) logo após a abdicação de D. Pedro I e mobilizou as camadas mais pobres da população contra o poder central e as elites, sobretudo os portugueses. O primeiro levante ocorreu em 2 de junho de 1831, liderado pelo cônego João Batista Gonçalves Campos, conhecido como Benze-Cacetes. Após um período de trégua, ressurgiu com maior violência, poucos anos depois. Na fazenda do Acará, de propriedade de Félix Antônio Clemente Malcher, organizou-se uma revolução para destituir o então presidente Bernardo de Souza Lobo. Malcher assumiu o governo em janeiro de 1835 e nomeou comandante de armas o tenente Francisco Pedro Vinagre, mandando executar o presidente, juntamente com o comandante de armas, coronel Joaquim José da Silva Santiago, e o capitão-de-fragata Guilherme James Inglis.
Só a 10 de maio Angelim deixou Belém, confiando o dinheiro do tesouro público ao bispo. A 17 do mesmo mês, Andréia ocupou Belém, mas a luta prosseguiu no interior, onde os legalistas enfrentaram guerrilhas mesmo depois da prisão de Vinagre e Angelim em outubro.
Balaiada
Dentre os numerosos levantes populares ocorridos no Brasil durante o período imperial, oriundos da opressão econômica das classes dominantes, um dos mais importantes foi a balaiada.
Balaiada foi como ficou conhecida a rebelião popular que assolou as províncias do Maranhão, Ceará e Piauí de 1838 a 1841. A denominação provém da alcunha Balaio, dada a um de seus líderes, Manuel Francisco dos Anjos Ferreira, fabricante de cestos. A revolta eclodiu em sucessivos e ininterruptos motins, iniciados com o levante ocorrido em Vila do Manga do Iguará, no Maranhão, em 13 de dezembro de 1838, quando o vaqueiro Raimundo Gomes Vieira Jutaí, o Cara Preta, libertou os presos da cadeia.
Para dominar o levante, que se estendera ao Ceará e ao Piauí, o regente do império, Pedro de Araújo Lima, futuro marquês de Olinda, enviou ao Maranhão o coronel Luís Alves de Lima e Silva, nomeado presidente e comandante de armas em 7 de fevereiro de 1840. Após um ano de guerrilhas, anunciou-se a pacificação das províncias conflagradas, em 19 de janeiro de 1841, o que valeu ao comandante a promoção ao generalato e o título de barão de Caxias.
Sabinada
O médico Francisco Sabino foi o principal ideólogo da rebelião baiana que, em meados do século XIX, defendeu a autonomia provincial num regime republicano provisório.
Sabinada foi um movimento revolucionário, liberal e federalista ocorrido na Bahia durante a regência, entre 1837 e 1838. Propunha a proclamação "provisória" de um regime republicano até a maioridade do imperador -- talvez como primeiro passo para a apresentação de reivindicações autonomistas -- e a fundação do Estado Livre Bahiense, inspirado na República de Piratini pretendida pela revolução farroupilha. Os rebeldes criticavam a transferência de rendas para o Sudeste e a supremacia local dos senhores de engenho e plantadores de tabaco. Em 7 de novembro de 1837, conseguida a adesão da tropa, ocuparam a cidade de Salvador e obrigaram o presidente da província, Francisco de Sousa Paraíso, a fugir para o Rio de Janeiro.
Guerra dos Farrapos
Esfarrapados combatentes gaúchos deram o nome à mais longa revolução da história do Brasil e que representou, na época do império, séria ameaça à integridade territorial do país.
A revolução Farroupilha, ou guerra dos Farrapos, se estendeu por dez anos, de 1835 a 1845, no Rio Grande do Sul. Opôs de um lado estancieiros liberais separatistas, conhecidos como chimangos, desejosos de criar um estado republicano, com o apoio das camadas populares; e de outro os adeptos da monarquia, chamados de caramurus.
A luta prosseguiu e os farroupilhas voltaram à ofensiva com triunfos em Rio Pardo e Caçapava, em março e abril de 1837. Bento Gonçalves conseguiu fugir a nado do forte do Mar, na Bahia, onde estava preso e reassumiu o comando da luta, que se estendeu a Santa Catarina. Lá, os revoltosos proclamaram, em 22 de julho de 1839, em Laguna, a República Juliana, de curta duração. Nessa época incorporara-se à revolução outro italiano, Giuseppe Garibaldi, futuro paladino da unificação de seu país e que ligou seu destino ao de uma brasileira, Anita Garibaldi, heroína da causa rebelde.
As forças governamentais aumentaram a pressão a partir de 1840, mas só em 1842, com a nomeação de Luís Alves de Lima e Silva, barão de Caxias, para presidente da província e comandante das tropas imperiais, é que foi selada a sorte dos rebeldes. Estes, reforçados pelo pacto firmado em Quaraí com o general-chefe do Exército uruguaio, José Fructuoso Rivera, ainda conseguiram vitórias importantes em 1843, mas acabaram neutralizados pelos êxitos de Caxias no ano seguinte. Em fevereiro de 1845 Bento Gonçalves se dispôs a negociar o armistício. Um conselho de guerra farroupilha aceitou as condições propostas pelo governo imperial. No dia 29 do mesmo mês foi assinada a ata de pacificação. Os chefes revolucionários conseguiram anistia, incorporação às forças do Exército, liberdade para os escravos que lutaram do lado rebelde e a concessão de patente de oficial para os líderes do movimento.
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